“Filodemo” – Leitura encenada
entidade promotora
Teatro Nacional D. Maria II
público alvo
Público em geral
horário
O Teatro Nacional D. Maria II apresenta “Filodemo“, uma das raras peças de teatro de Luís de Camões. A comédia pastoril transporta o público para um universo rural idealizado, marcado por amores ingénuos, equívocos, identidades ocultas e revelações.
Provavelmente escrita na juventude do autor, a peça reflete convenções e formas de amar próprias de outro tempo. A encenação sublinha essa distância histórica como ponto de partida para reconhecer o que permanece atual e humano.
A nova leitura cénica é assinada por Pedro Penim, que propõe um diálogo entre passado e presente, convocando a poesia de Camões para o confronto com as tensões contemporâneas.
Estreia a 27 de março, na Sala Estúdio Valentim de Barros, Jardins do Bombarda, em Lisboa.
Em cena:
- 27 mar – 18 abr 2026
qua–qui 20h · sex 21h · sáb 19h · dom 16h
Sala Estúdio Valentim de Barros/Jardins do Bombarda (Lisboa) - 24 abr
21h
Auditório Municipal Beatriz Costa (Mafra) - 15 mai
21h30
Casa Cultura Ílhavo / 23 Milhas - 5 jun
21h30 - Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery (Matosinhos)
As sessões de 27, 28 e 29 de março de 2026 são de entrada livre, mediante levantamento de bilhetes no próprio dia, a partir das 13h00, na Bilheteira do D. Maria II – Jardins do Bombarda. Limite de dois bilhetes por pessoa, sujeito à lotação.
A sessão de 12 de abril conta com audiodescrição.
“Filodemo” – Leitura encenada
entidade promotora
Teatro Nacional D. Maria II
público alvo
Público em geral
horário
-
O Teatro Nacional D. Maria II apresenta “Filodemo“, uma das raras peças de teatro de Luís de Camões. A comédia pastoril transporta o público para um universo rural idealizado, marcado por amores ingénuos, equívocos, identidades ocultas e revelações.
Provavelmente escrita na juventude do autor, a peça reflete convenções e formas de amar próprias de outro tempo. A encenação sublinha essa distância histórica como ponto de partida para reconhecer o que permanece atual e humano.
A nova leitura cénica é assinada por Pedro Penim, que propõe um diálogo entre passado e presente, convocando a poesia de Camões para o confronto com as tensões contemporâneas.
Estreia a 27 de março, na Sala Estúdio Valentim de Barros, Jardins do Bombarda, em Lisboa.
Em cena:
- 27 mar – 18 abr 2026
qua–qui 20h · sex 21h · sáb 19h · dom 16h
Sala Estúdio Valentim de Barros/Jardins do Bombarda (Lisboa) - 24 abr
21h
Auditório Municipal Beatriz Costa (Mafra) - 15 mai
21h30
Casa Cultura Ílhavo / 23 Milhas - 5 jun
21h30 - Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery (Matosinhos)
As sessões de 27, 28 e 29 de março de 2026 são de entrada livre, mediante levantamento de bilhetes no próprio dia, a partir das 13h00, na Bilheteira do D. Maria II – Jardins do Bombarda. Limite de dois bilhetes por pessoa, sujeito à lotação.
A sessão de 12 de abril conta com audiodescrição.