A atualidade de Camões
No artigo “A atualidade de Camões“, publicado na edição de hoje do jornal Público, José Augusto Cardoso Bernardes, Comissário-geral para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões, defende que a obra de Camões não pertence apenas ao século XVI: permanece como instância de diálogo, memória ativa e referência cultural.
A sua leitura mostra como o poeta, ao articular Humanismo, utopia e afetos, continua a interpelar o presente. Mais do que património, Camões é pensamento vivo – um autor cuja voz se mantém necessária para compreender o lugar da literatura e da cultura na nossa época.