Meu Matalote e Amigo Luís de Camões
O Pavilhão de Portugal, em Lisboa, reabre a 1 de maio com a exposição Meu Matalote e Amigo Luís de Camões, no renovado Centro de Exposições, originalmente concebido por Álvaro Siza Vieira.
Organizada pela Universidade de Lisboa e comissariada por João Figueiredo, a exposição – que contou com o apoio da Estrutura de Missão – propôs sobretudo uma leitura contextualizada da epopeia camoniana, com destaque para o papel que nela ocupa o seu Destinatário direto (D. Sebastião).
Na inauguração da exposição estiveram presentes o Ministro da Educação, Ciência e Tecnologia, Fernando Alexandre, a Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, o Reitor da Universidade de Lisboa, Luís Manuel dos Anjos Ferreira, bem como o Comissário-geral das Comemorações para o V Centenário do Nascimento de Luís de Camões, José Augusto Cardoso Bernardes e o Diretor Executivo, Vasco Silva.
A mostra incluiu uma ampla variedade de obras de arte e volumes preciosos.
Estiveram patentes esculturas de Simões de Almeida e Canto da Maya, pinturas de José Malhoa, Columbano Bordallo Pinheiro, Veloso Salgado, entre outros, bem como fotografia contemporânea de artistas como Jorge Molder, Candida Höfer e Hiroshi Sugimoto.
Para além de colecionadores privados, as peças expostas foram cedidas por instituições de referência como a Academia das Ciências de Lisboa; o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; o Museu Calouste Gulbenkian; o Museu Nacional de Arqueologia; o Museu Nacional de Arte Antiga; o Museu Nacional Grão Vasco; o Museu Nacional Soares dos Reis; a coleção de fotografia do Novobanco Cultura; o Palácio Nacional da Ajuda.
A exposição estará patente até 27 de junho de 2025 e a entrada é livre.