Inauguração da Exposição do Projeto “Raízes do Tempo” de Camões
horário
A exposição do projeto “Raízes do Tempo”, dedicada a Luís de Camões, é inaugurada no dia 20 de abril de 2026, às 9h30, no auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, com a presença de Othmane Bahnini, embaixador do Reino de Marrocos em Lisboa, de Fernando Caria, presidente do Município, e de Maria João Serra, diretora da Escola.
A iniciativa assinala o encerramento do biénio comemorativo dos 500 anos do nascimento de Camões (2024-2026), no âmbito de um projeto que articula o programa Eco-Escolas com a participação da escola na Rede de Escolas Associadas da UNESCO.
Sob o símbolo do “Sobreiro Guardião”, a exposição propõe uma leitura do legado camoniano a partir do diálogo entre culturas, destacando a ligação do poeta a Marrocos como elemento agregador das diversas identidades presentes na comunidade escolar. A evocação das experiências de Camões em cidades como Tânger e Arzila sustenta esta abordagem, sublinhando a influência desses contextos na construção do imaginário poético que viria a marcar a literatura portuguesa, nomeadamente em “Os Lusíadas”.
A mostra pretende, assim, promover a reflexão sobre identidade, diversidade e património, através de uma perspetiva interdisciplinar que cruza literatura, história e interculturalidade.
Conheça o Programa.
Inauguração da Exposição do Projeto “Raízes do Tempo” de Camões
horário
-
A exposição do projeto “Raízes do Tempo”, dedicada a Luís de Camões, é inaugurada no dia 20 de abril de 2026, às 9h30, no auditório da Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, com a presença de Othmane Bahnini, embaixador do Reino de Marrocos em Lisboa, de Fernando Caria, presidente do Município, e de Maria João Serra, diretora da Escola.
A iniciativa assinala o encerramento do biénio comemorativo dos 500 anos do nascimento de Camões (2024-2026), no âmbito de um projeto que articula o programa Eco-Escolas com a participação da escola na Rede de Escolas Associadas da UNESCO.
Sob o símbolo do “Sobreiro Guardião”, a exposição propõe uma leitura do legado camoniano a partir do diálogo entre culturas, destacando a ligação do poeta a Marrocos como elemento agregador das diversas identidades presentes na comunidade escolar. A evocação das experiências de Camões em cidades como Tânger e Arzila sustenta esta abordagem, sublinhando a influência desses contextos na construção do imaginário poético que viria a marcar a literatura portuguesa, nomeadamente em “Os Lusíadas”.
A mostra pretende, assim, promover a reflexão sobre identidade, diversidade e património, através de uma perspetiva interdisciplinar que cruza literatura, história e interculturalidade.
Conheça o Programa.